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Procedimentos estéticos não invasivos são aliados na hora de conquistar o corpo para desfilar no verão e no carnaval. Veja quais estão disponíveis no mercado

Embora no estado de Goiás já pareça verão com as altas temperaturas da primavera, o verão, oficialmente no Brasil, só começa em 23 de dezembro. Coincide com a alta temporada de férias, e ainda abraça o carnaval. É quando os brasileiros aproveitam para colocar o corpo para jogo e desfilar nas mais belas praias da nossa costa. De acordo com a especialista em estética, a farmacêutica Mayara Camargo, é comum, já nesta época do ano, as mulheres começarem a se preparar para ficar com a melhor forma para o biquine. 

"Uma das maiores preocupações de nossas pacientes é chegar bonita no verão e aproveitar os looks mais fresquinhos com pernas, braços e barriguinha de fora, roupas curtinhas além de looks mais colados", reforça Mayara. A boa notícia é que mesmo para quem ainda não começou, alguns procedimentos estéticos não invasivos são aliados nessa preparação para o projeto verão. 

Lipo sem cortes, enzimas e ozônio são os mais indicados e procurados na Farmalaser Estética Avançada, clínica comandada por Mayara. De acordo com ela, os pedidos são sempre os mesmos: bumbum durinho, contorno corporal mais acentuado e diminuir a celulite aparente. "É possível ter resultados em dois ou três meses se a pessoa estiver disposta. Claro que demanda uma dieta equilibrada associada aos procedimentos, mas podemos dizer que as mulheres que desejam, conseguem chegar da primavera ao verão, preparadas para as melhores fotos", se diverte Mayara ao mesmo tempo que pontua a importância da disciplina. 

Para levantar ou reduzir o bumbum, Mayara indica o  fortalecimento muscular feito através de intradermoterapia de BCAA, também conhecida como procedimento intramuscular. O  conteúdo condiciona os músculos a trabalharem em movimentos contínuos de contração e relaxamento e é um ótimo aliado com a prática de exercício físico. Além dele, carboxiterapia ajuda na redução da flacidez e estrias melhorando a aparência da pele. 

Para redução de medidas, uma das indicações é a aplicação de enzimas para perda de peso e ozonioterapia que ajuda muito na redução da celulite.  Para afinar os braços e deixar o thau mais mais durinho, Mayara sugere a aplicação localizada de hidrolipo associada também a ozonioterapia, que segundo ela, é um dos tratamentos modernos mais eficientes para melhorar todo o metabolismo.  

Se o objetivo é um rosto mais lisinho e jovial, bio-estimuladores de colágeno, fios de sustentação e botox. Para definição das pernas e menos celulite, mais uma vez entra em cena o fortalecimento muscular associado à Ozonioterapia. 

A barriga chapada depende de muito esforço, todo mundo sabe, mas Mayara recomenda alguns tratamentos para diminuir medidas e melhorar o aspecto da celulite e flacidez e o contorno. A indicação seria um associação de enzimas, ozônio e drenagem mecânica com aparelhos de ultrassom. 

No entanto, a especialista com mais de 15 anos de experiência, alerta que é preciso avaliação individual, cada caso e necessidade precisa ser estudado, medido, pesado,  e então um planejamento será feito para cada paciente. "É sempre importante associar o desejo da paciente com a realidade que ela se encontra. Existem tratamentos para todos os tipos de corpos, e feito sob medida, com orientação certa, o projeto verão será um sucesso".



Neste mês, celebra-se o Setembro Amarelo, campanha que joga luz nos transtornos depressivos que podem levar ao suicídio. A data foi criada em 2003 pela Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio e pela Organização Mundial da Saúde. No Brasil, ela é uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida, ligada à Associação Brasileira de Psiquiatria e do Conselho Federal de Medicina. Segundo a associação, todos os dias, 32 pessoas se suicidam, o que configura uma morte a cada 45 minutos.
A psiquiatra convidada pela farmacêutica Prati-Donaduzzi, Luana Zen, explica que a depressão é um transtorno do humor deprimido em que a pessoa apresenta, principalmente, dois sintomas: humor deprimido, que é o sentimento de tristeza, vazio e falta de esperança; e diminuição de interesse e prazer em realizar as atividades diárias, especialmente as que envolvem distração.

“É possível o paciente apresentar apenas um desses dois sintomas, junto com outros como alteração do sono e apetite, fadiga ou intensa perda de energia, sentimentos de inutilidade e culpa, diminuição da capacidade de pensar e se concentrar, ou até mesmo dificuldade para tomar decisões. E o mais sério de todos que são os pensamentos de morte ou até tentativas de suicídio”, exemplifica a médica.

Sobre a relação entre ansiedade e depressão, ela explica que muitas vezes a ansiedade pode ser agravada por um quadro de depressão, devido a tristeza que essa causa. “Não é raro ambos estarem juntos. Algumas vezes o paciente tem a depressão com características e sintomas de ansiedade”, ela afirma.

O que é ansiedade?

Muito tem se debatido sobre os efeitos psicológicos da ansiedade, principalmente entre os jovens, pois pode ser um gatilho para a depressão. A Organização Mundial da Saúde estima que 19 milhões de brasileiros sofrem com a doença, que só piorou durante a pandemia com o isolamento social, e a instabilidade gerada pelo momento.

A ansiedade é considerada uma expectativa apreensiva em relação ao futuro, tendo como os sintomas nucleares o medo e a preocupação excessiva. Há vários transtornos de ansiedade, cada um tendo suas características próprias. “Todos temos ansiedade, que é um sistema de defesa do nosso organismo, mas nos transtornos de ansiedade temos um excesso de sentimento e uma dificuldade no controle da mesma”, afirma a psiquiatra.

Os especialistas consideram que o transtorno de ansiedade generalizada é o mais comum entre os pacientes, que transforma qualquer novidade ou atividade do dia a dia em um motivo de preocupação, o que pode desencadear crises de choro, sensação de falta de ar ou sufocamento. Muitas pessoas chegam a ir ao hospital com crises de ansiedade por achar que está sofrendo algo mais grave, como um ataque cardíaco.

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A doutora Luana Zen explica que as principais características dos transtornos mentais é causar sofrimento e/ou prejuízo na rotina da pessoa, portanto, se a pessoa perceber que está causando problemas no dia a dia, como queda do rendimento no trabalho, ou estar incomodado com os sintomas é muito diferente daquilo que é o habitual para aquela pessoa, é preciso procurar ajuda de um profissional.

“Muitas vezes quem percebe esta diferença são as outras pessoas, e não ela mesma, necessitando que alguém o incentive a procurar ajuda”, afirma a médica. Por isso, o apoio de familiares e pessoas próximas, nesses momentos, é tão importante para a recuperação da pessoa que estiver enfrentando problemas de distúrbios depressivos.

 


                                                                                            Centro de Infusão

Centro de Infusão: o que é e qual sua importância no tratamento oncológico?

 

Entenda o papel de um centro especializado na aplicação de medicamentos para o tratamento de câncer

 

Pessoas que lutam contra o câncer precisam de cuidados especiais e multidisciplinares. Em muitos casos, o tratamento inclui a aplicação de medicamentos específicos, que precisam ser ministrados de forma endovenosa (pelas veias) ou subcutânea (abaixo da primeira camada da pele). “Os centros de infusão são espaços adequados para este tipo de procedimento, oferecendo conforto, segurança e toda uma assistência especial necessária nesses casos”, explica o oncologista e coordenador do Centro de Oncologia da Dasa em Brasília, Fernando Vidigal.

 

O que é um centro de infusão?

O centro de infusão é um espaço dedicado especialmente a atender pessoas que precisam receber medicação endovenosa ou subcutânea: situação bastante frequente em tratamentos de câncer. Entre os medicamentos administrados estão quimioterápicos, medicamentos de suporte, drogas imunossupressoras e imunoterápicos. 

 

Centro de Infusão do Hospital Brasília e da Unidade Águas Claras

Os Centros de Infusão do Hospital Brasília e do Hospital Brasília Unidade Águas Claras priorizam o conforto a quem precisa desses cuidados. Por isso, contamos com espaços confortáveis e personalizados, cabines isoladas, lugar para acompanhante, TV a cabo, banheiro privativo e refeições. “Além disso, nossa equipe multidisciplinar é composta por enfermeiros, médicos e farmacêuticos altamente especializados e aptos a oferecer o melhor tratamento de acordo com as necessidades de cada paciente, pois um dos pilares da Unidade é a tecnologia aliada à abordagem humanizada”, completa o oncologista.

 

O fato de os hospitais pertencerem a uma rede de saúde integrada, que é o caso da Dasa, permite o acompanhamento da trajetória do paciente em todos os momentos: da suspeita de câncer, passando pelo diagnóstico e tratamento, até chegar ao seguimento de cada caso. Tudo isso pode ser feito por meio dos recursos disponíveis nas duas unidades hospitalares da Dasa em Brasília e com o suporte do Laboratório Exame na realização de investigações diagnósticas, por intermédio da análise laboratorial. Veja os diferenciais para o tratamento de pessoas com doenças oncológicas:

 

Navegador de cuidados

Profissional responsável por toda a linha de cuidado do paciente que agiliza a marcação de consultas, exames, diagnósticos, laudos anatomopatológicos e toda a integração do paciente ao sistema. Durante os agendamentos, o navegador leva em consideração o conforto e a comodidade da pessoa sob nossos cuidados. Por exemplo: caso seja necessário colher sangue um dia antes da quimioterapia, o navegador agenda uma coleta domiciliar, para evitar que o paciente precise sair duas vezes de casa.

Serviço de Uber para quem mora longe

Caso o paciente more longe do hospital, é disponibilizado gratuitamente o serviço de Uber, para que ele possa se deslocar com conforto para consultas, tratamentos e exames.

 

Discussão dos casos em tumor board

Reuniões sistemáticas com médicos de diferentes especialidades que analisam cada caso, de modo a oferecer um atendimento personalizado e permitir uma discussão única acerca das peculiaridades da saúde de cada paciente.

 

Manutenção da autoestima dos pacientes

Dispositivos que contribuem para manter a autoestima de pacientes em tratamento, como toucas que evitam a queda de cabelo para pacientes em quimioterapia.

 

Equipe de bem-estar e qualidade de vida

O paciente oncológico é acompanhado de perto por uma equipe multidisciplinar focada em possíveis efeitos colaterais, psicológicos ou físicos, de modo a iniciar o tratamento o mais rápido possível e possibilitar bem-estar ao paciente.

 

Box de infusão isolado e personalizado

Para a segurança e o bem-estar do paciente, o box de infusão – onde ele recebe os medicamentos contra o câncer – é disposto de forma isolada em relação aos demais, a fim de manter distância de outros pacientes. Cada pessoa tratada tem uma equipe multidisciplinar à disposição, incluindo nutricionista, psicólogo e enfermeiro oncológico.

 

Conheça a equipe do Centro de Infusão do Hospital Brasília e do Hospital Brasília Unidade Águas Claras:

Dra. Andresa Melo – hematologista

Dr. Bruno Wance – oncologista

Dr. Diogo Kloppel – hematologista

Dr. Fernando Vidigal – oncologista

Dra. Luciana Martins de Arruda Andrade – reumatologista

Dra. Natália Nasser  Ximenes – neurologista clínica

Dra. Rafaela Carolina Cruz Santos – reumatologista

Dra. Tainá Cândida de Almeida Gontijo Carneiro – reumatologista


 


                                                                                            Foto Shutterstock


Relactação: entenda como funciona a técnica para voltar a amamentar

 

Usada para estimular a retomada da produção de leite, o método ajuda muitas mamães na amamentação.

 

Quando o bebê nasce e, por algum motivo, há a interrupção da amamentação, algumas mães podem ter dificuldade para manter a produção de leite materno. A fim de resolver esse problema, é possível utilizar a relactação, uma estratégia para ajudar a estimular da produção de leite humano.

 

A pediatra e gerente médica da Maternidade Brasília, Sandi Sato, ajuda a entender um pouco mais sobre o tema e sua importância para o aleitamento materno.

 

O que é e para que serve a relactação?

relactação é empregada para possibilitar a alimentação do bebê quando a amamentação não pôde ser realizada inicialmente. “É o caso dos bebês prematuros, que não puderam ser amamentados logo ao nascimento", explica a médica. Outra indicação é para quando, por questões de saúde, as mães tiveram que parar de amamentar.

 

Esse processo de relactação tem objetivos específicos (“relactar" é um termo utilizado para mulheres que já amamentaram e/ou produziram leite em algum momento da vida e querem voltar a produzir leite para alimentar o bebê) e também um período com começo, meio e fim. O sucesso do tratamento fica comprovado no momento em que a mãe começa a produzir qualquer quantidade de leite, podendo, assim, diminuir a alimentação do filho com o leite usado anteriormente, seja do banco de leite, seja por meio de fórmulas.


Qual a diferença entre translactação e relactação?

A diferença entre translactação e relactação é que a translactação é uma das técnicas a serem utilizadas para a relactação. É uma forma de estimular a sucção do seio e, consequentemente, a produção de leite materno.


Como funciona a relactação?

A especialista detalha que, depois de uma avaliação clínica e de histórico de amamentação, são definidos modos de estimular a amamentação que incluem incitação à sucção e à produção de leite materno.


Quanto tempo demora a relactação?

Não há como precisar quanto tempo levará a relactação. “Depende de vários fatores, como aceitação do bebê em sugar o seio materno, qualidade dessa sucção e a resposta do organismo da mãe", esclarece a pediatra.


Quando a relactação não é indicada?

A técnica de relactação, por si só, não apresenta contraindicações. Portanto, só não pode ser utilizada caso a mamãe e/ou o bebê tenham contraindicação para a amamentação.



Pediatra da Maternidade Brasília Sandi Sato 

 

Que profissional devo procurar para fazer o procedimento?

A amamentação é sempre um desafio, mas é possível usufruir de ajuda especializada. Com esse intuito, as mamães podem contar com o apoio do Banco de Leite da Maternidade Brasília, que tem profissionais prontos para oferecer orientação presencial ou por telefone sobre como amamentar seu bebê, além de tirar todas as dúvidas que possam surgir nesse período.

 

A Maternidade Brasília e o Banco de Leite da Maternidade Brasília estão prontos para o atendimento, por telefone, das mães que estão amamentando ou que querem fazer sua doação de leite. Entre em contato pelo número (61) 2196-5318.

 


As vitaminas são nutrientes indispensáveis para o bom funcionamento do organismo do corpo humano e para a manutenção da nossa saúde. A maioria delas é encontrada em alguns alimentos, e no caso da vitamina D, é produzida naturalmente no organismo por meio da exposição da pele à luz solar. 

A nutricionista Carla Cotta, convidada pela farmacêutica Prati-Donaduzzi, explica que a vitamina D é essencial para diversas reações metabólicas e orgânicas como a saúde óssea; manutenção das concentrações ideias de cálcio e fósforo no organismo; para a saúde dental, além de ter função hormonal, como regular a insulina.

Outro papel importante da Vitamina D no organismo é de regular as células do sistema imunológico. “As vitaminas têm um papel primordial para as funções biológicas, incluindo o funcionamento adequado do sistema imunológico e do organismo, integralmente”, afirma a nutricionista.

Vitamina D nos alimentos

Aproximadamente 80% da quantidade necessária de vitamina D para o bom funcionamento do organismo são provenientes da exposição à luz dos raios ultravioletas do sol, mas é possível encontrar uma quantidade mais baixa da vitamina em alguns alimentos. Saiba quais são eles: 

  • Gema de ovo;
  • Leite e seus derivados (queijo, manteiga, iogurte);
  • Cogumelos;
  • Peixes gordurosos, como atum, salmão e sardinha;
  • Fígado bovino.

Falta de Vitamina D no organismo

A baixa absorção de vitamina D pode levar a deficiência de cálcio, que acarreta enfraquecimento dos ossos, o que pode resultar em osteoporose, além de alterações hormonais e raquitismo. “Cabe salientar também que a deficiência de Vitamina D está correlacionada ao aumento de ocorrência e prevalência de doenças autoimunes”, reforça a médica.

Os especialistas indicam uma exposição diária ao sol de no mínimo 10 minutos, sem proteção solar, entre o período das 10 da manhã às 3 da tarde, pois este é o momento mais adequado para obter os benefícios dos raios UV. Porém, a maioria da população, principalmente das grandes cidades, tem dificuldade de conseguir se expor ao sol diariamente durante este período. Por isso, existem maneiras de corrigir a deficiência da vitamina D, como fazer uso de suplementos vitamínicos.

O Vigora D faz parte do portfólio de suplementos de vitaminas e minerais da Prati-Donaduzzi, e pode ser utilizado nesses casos. Os suplementos são compostos importantes que auxiliam no equilíbrio e saúde do organismo. “Quando indicado por um especialista, a suplementação é feita com intuito de manter as funções adequadas para saúde, evitando-se riscos de doenças e problemas relacionados à deficiência da vitamina D”, reforça a nutricionista.

Conviver com dores constantes é desafiador e um fardo para muitas pessoas. O que começa como um pequeno incômodo pode se tornar algo persistente afetando diretamente a qualidade de vida de quem lida com essa condição. A Organização Mundial da Saúde (OMS) relata que 30% da população se queixa de dor crônica. Mas o que de fato caracteriza essa condição?

A dor considerada crônica é aquela que persiste por mais de três meses, segundo a maioria dos critérios. Entretanto, há outros indicativos de que, em alguns casos, esse período é maior, podendo ser em torno de seis meses. Roseni Lopes Bueno, anestesiologista e médica convidada pela farmacêutica Prati-Donaduzzi para esclarecer o tema, explica que a dor crônica é considerada uma disfunção do sistema somatossensorial, que persiste além do tempo da lesão. “A dor passa a ser a própria doença e isso afeta a qualidade de vida das pessoas”, afirma.

Tipos de dor crônica

A dor crônica pode manifestar-se em qualquer parte do corpo, em qualquer pessoa, já que pode haver diversas causas, dependendo do seu estágio. Isto será determinado, principalmente, pela avaliação de um médico, baseado em exame físico e exame clínico. Os dois principais tipos de dor crônica são: dor neuropática e a dor nociceptiva ou somática. A dor neuropática é causada por uma disfunção do sistema nervoso, que pode ser no cérebro, na medula ou nos nervos periféricos. As principais causas podem estar ligadas a casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e outras lesões nos nervos.

Já a dor somática está ligada a uma lesão ou inflamação dos tecidos da pele, que é detectada pelo sistema nervoso como uma ameaça. Entre as possíveis causas estão: queimaduras; fraturas; fortes pancadas; tendinite; contraturas musculares e infecções. Dor crônica tem tratamento?

O tratamento envolve muitos cuidados e vai além de só focar na dor; é importante também tratar a causa para obter resultados mais satisfatórios. O tratamento medicamentoso é indicado por meio do uso de analgésicos e pode ser combinado com métodos físicos. Em casos extremos, a cirurgia também é considerada uma possibilidade.

A médica afirma que a fisioterapia e outras terapias como acupuntura e radiofrequência são fundamentais para atenuar a dor. “Melhorar a condição de dor é fundamental para uma boa reabilitação”, reforça a anestesiologista. A adoção de hábitos saudáveis como a prática de atividades físicas – que estejam de acordo com a indicação do médico - e uma alimentação balanceada, também são atitudes indicadas pelos especialistas para ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas que convivem com dores constantes.

A fibromialgia é uma doença crônica marcada por dores generalizadas que se intensificam durante o inverno; saiba mais sobre as causas e cuidados

Fibromialgia é uma síndrome dolorosa com diversas manifestações, entre elas, a dor generalizada. A dor na fibromialgia é descrita principalmente como de padrão muscular, mas há outros sintomas associados e que são importantes para o diagnóstico, como fadiga, acordar cansado e perdas cognitivas. De acordo com a Sociedade Brasileira Para Estudo da Dor (SBED), 37% da população brasileira convive com dores crônicas.

O médico anestesiologista, especialista em dor e convidado pela farmacêutica Prati-Donaduzzi, Felipe Chiodini, conta que por muito tempo acreditou-se que a fibromialgia era uma doença puramente psiquiátrica e que funcionava como um espectro de uma síndrome conversiva, dada sua epidemiologia e manifestações compatíveis. No entanto, nos últimos anos, vem-se descobrindo diversas alterações físicas no paciente com fibromialgia.

“Ainda não é possível solicitar um teste de laboratório que a confirme, mas é possível verificar que os pacientes fibromiálgicos podem ter distúrbios neuroendócrinos, do sistema nervoso autonômico e mecanismos exacerbadores de sensibilização periférica e central associados à sua dor”, explica o médico.

Diagnóstico

Os sintomas aparecem, geralmente, entre os 20 e 40 anos e epistemologicamente a síndrome atinge mais mulheres do que homens. Anteriormente, o diagnóstico era feito por palpação nos pontos dolorosos. Atualmente, o diagnóstico envolve uma contagem das áreas em que o paciente tem dor, chegando-se a um resultado chamado de “índice de dor generalizada”. As áreas que contam para o índice de dor generalizada são áreas corpóreas, tais como: parte de cima dos braços, parte de baixo dos braços, tórax, pescoço e mandíbula. Dependendo da gravidade dos sintomas, constata-se também indícios como fadiga, acordar cansado, outras perdas cognitivas, zumbido, tontura, insônia, boa seca e alterações intestinais. Todos esses pontos são considerados para chegar ao diagnóstico definitivo.

Fibromialgia no inverno: os cuidados devem ser intensificados

Durante o inverno, com as temperaturas mais baixas, é comum que as pessoas sintam mais dores nas articulações e, por isso, os sintomas da fibromialgia tendem a aumentar com mudanças climáticas como a queda da temperatura, mas também com aumento e diminuição da umidade do ar e com a chuva.

Portanto, o cuidado com a síndrome deve ser maior no inverno para prevenir as dores mais intensas. O doutor Chiodini alerta que mesmo com o desânimo causado pelas baixas temperaturas, o tratamento deve permanecer o mesmo. O tratamento é composto por atitudes multidisciplinares, ou seja, que combine terapias que ajudam no controle da dor como acupuntura, hidroterapia, pilates, fisioterapia, osteopatia, psicoterapia e técnicas de relaxamento, com o tratamento farmacológico.

“Manter uma boa rotina de exercícios físicos, alimentação saudável, controle de sobrepeso e controle de eventuais sintomas psicológicos associados é primordial”, ressalta o médico.

*Este conteúdo é elaborado pela indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi, com o objetivo de levar mais informações sobre saúde à população. A empresa também oferece para médicos, de forma exclusiva, o acesso a conteúdos sobre diversas patologias, entre outros materiais no website: https://www.evolucaoparavida.com.br/. 

 

Recentemente, a atriz Myrian Rios revelou que, devido a um problema genético, perdeu a audição dos dois ouvidos 

A perda gradual da audição é algo comum na rotina da população brasileira e de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma a cada dez pessoas podem ser afetadas com essa perda até 2050. Recentemente, casos dessa perda ganharam repercussão nacional como o da atriz Myrian Rios e até Hollywood retratou o tema com o filme O Som do Silêncio. 


Apesar da perda da qualidade auditiva ser comum na população com mais de 80 anos, mais da metade das pessoas que relatam esse tipo de problema ainda estão no mercado de trabalho. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 5% da população mundial sofre com a perda auditiva incapacitada atualmente. 


Para a fonoaudióloga e especialista em audiologia da clínica Microsom, Gilvânia Barbosa essa perda auditiva tão jovem pode ser explicada pelo uso frequente de fones de ouvido e o contato diário com música alta. "Hoje em dia os jovens escutam cada vez mais músicas com o volume máximo no foninho, com o passar dos anos isso traz prejuízos. Além disso, shows e ambientes com muito ruído, como o trabalho em construções e marcenarias, por exemplo, sem o devido cuidado, podem prejudicar a audição", explica. 


Como foi o caso de Ruben, no filme ganhador do Oscar, O Som do Silêncio. Baterista de uma banda de heavy metal, Ruben tinha contato frequente com altos ruídos sem usar protetores no ouvido, o que resultou em uma perda súbita da audição. Mas, com a devida atenção, essas situações podem ser evitadas. 


Os sinais dessa perda podem ser de fácil percepção conta Gilvânia. "Pode começar com um zumbido ou com a sensação de 'ouvido tampado'. Se começar a surgir a necessidade de aumentar o volume para conseguir ouvir com clareza ou deixar de perceber sons do ambiente, essa pessoa precisa procurar um médico especialista para fazer exames", alerta a fonoaudióloga. 


Outro fator a ser levado em consideração, é a genética. A atriz Myrian Rios tinha um histórico familiar de surdez e, com o passar dos anos, ela percebeu uma degradação da sua audição. Aos 62 anos, a atriz recorreu ao uso de um aparelho auditivo através de uma cirurgia. “O uso do aparelho é qualidade de vida, além disso, o seu uso está relacionado à redução de riscos de quadros de demências, uma vez que a audição estimula as conexões neuronais no cérebro”, explica a especialistas da Microsom.


Sobre a Microsom

Referência em saúde auditiva, o grupo Microsom faz parte da história da cidade desde 2001. A clínica tem como objetivo trazer mais conforto aos pacientes com deficiência auditiva, oferecendo tecnologia de ponta. Na capital, a empresária Mariluce Cordeiro está à frente da direção geral, coordenando quatro unidades espalhadas pelo DF.

 

O grupo foi o primeiro a trazer para Brasília, os produtos da linha “VIA AI”, que são aparelhos auditivos com inteligência artificial. Entre as funcionalidades destacamos o sensor de quedas, localizador, tradutor simultâneo e até monitoramento de atividade física e cognitiva. “Nós sempre visamos a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência auditiva”, afirma Mariluce.



Microsom

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Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 18h

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