Nas lojas do Fort vinhos nacionais e importados 

A chegada da onda de frio que registrou novos recordes de temperaturas mínimas em várias capitais do Brasil, promete continuar neste final de semana, segundo a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O frio não tem dado trégua ao brasiliense e na última quinta-feira (19.05) o Distrito Federal registrou a temperatura mais fria da história, com a mínima de 1,4°C, no Gama. O dia mais frio no DF havia sido registrado em 18 de julho de 1975, quando a mínima registrada foi de 1,6°C.

 

Quem gosta de vinho sabe que a bebida pode ser degustada em qualquer época do ano. No entanto, com as temperaturas mais baixas, ele ganha ainda mais destaque, especialmente por oferecer experiências variadas.


No frio, o vinho é ainda mais especial

Porém, o vinho fica ainda melhor com as combinações adequadas a cada estilo. Nas lojas do Fort Atacadista no Distrito Federal, os consumidores encontram uma grande seleção de vinhos tintos, brancos e rosés, com rótulos de diversas nacionalidades - entre brasileiros, portugueses e chilenos - e preços especiais.

 

Para aproveitar o friozinho, a rede está com ofertas até o dia 29 de maio, com preços exclusivos aos clientes que possuem Vuon Card, entre eles o vinho tinto português Flor D’Penalva por R$ 39,90 a unidade, e R$ 37,90 no Vuon Card; Casa Campo, vinho argentino por R$ 18,99 na compra de seis garrafas ou R$ 17,99 no Vuon e o vinho Parreiras do Sul por R$ 9,89 a partir de três unidades.


Macool, vinho exclusivo do Fort Atacadista

Outras opções são os rótulos exclusivos e encontrados somente nas lojas da rede, como os chilenos Macool e Paso Grande, e os portugueses Mosaico e Azulejo. O Fort também oferece acompanhamentos variados como queijos, salames, castanhas e massas, entre outros.

 

No Distrito Federal, as lojas do Fort Atacadista estão presentes em Ceilândia, Sol Nascente e Taguatinga.O Vuon Card, cartão de crédito exclusivo do Grupo Pereira, é o único aceito no Fort Atacadista. Sem burocracia, o cartão pode ser solicitado em poucos minutos na entrada da loja e utilizado no mesmo dia.

 

Dicas

Para aproveitar bastante as baixas temperaturas e escolher o melhor vinho, separamos algumas dicas do sommelier do Fort Atacadista, Jean Carlos Krause, e uma receita de vinho quente. Confira!

 

- Devo guardar os vinhos deitados ou em pé?

Se por período maior ou envelhecendo, sempre deitado ou 45 graus. Se de pé, a rolha resseca e não expande, assim entrando oxigênio e oxidando o vinho. As lojas do Fort têm uma venda média de volume de garrafas alta, então não corre esse risco.

 

- O que é degustação vertical ou horizontal?

Vertical são os mesmos vinhos, com safras diferentes. Já horizontal são vinhos diferentes com mesma origem ou uva com mesma safra.


Receita Vinho Quente

Ingredientes

2 litros de vinho tinto seco ou suave

3 xícaras de água

2 xícaras de açúcar

2 maças picadas

2 xícaras de abacaxi picado

Cravo e canela pau

 

Modo de Preparo

Em uma panela com fogo alto coloque a água e o açúcar. Depois, coloque a canela e o cravo, feche a panela e deixe ferver por 10 minutos. Em seguida, acrescente o vinho. Assim que levantar fervura, desligue para não perder o teor alcóolico. Coloque as frutas por último e sirva.


Fotos: Divulgação

Créditos: Rebecca Leão


Francis Ricken*


Nem todo mundo quer disputar de forma franca a Presidência da República, algo que você já deve ter percebido. Geralmente, temos uma infinidade de candidatos ao cargo de chefe do Poder Executivo, mas nem todos têm condições políticas, econômicas ou interesse de vencer a disputa. Estar na presidência é se colocar de forma muito evidente no jogo político e, muitas vezes, ser o responsável por acertos ou o culpado pelos erros de sua administração, interesse não compartilhado por todo grupo político.

Vamos falar da terceira via. Partidos que se recusam a entrar na base de apoio das principais candidaturas e que juram de pé juntos que irão criar uma grande coalizão para escapar da chamada “polarização”, dentre eles: União Brasil, PSDB, PSD, MDB, Podemos e Cidadania. Esses partidos têm em comum o discurso, o desencontro de ideias e a incapacidade de formar alianças. O que temos até o dado momento são apenas nomes relativamente conhecidos do público, entre eles, Sérgio Moro, João Dória, Eduardo Leite, Luciano Bivar e Simone Tebet, que dificilmente deixarão suas pretensões pessoais, ou terão capacidade de formar um acordo e rivalizar com as candidaturas de Lula e Bolsonaro.

Temos também os candidatos de voo solo, que têm o papel de divergir e não desistir de seu espaço na disputa à Presidência da República, pelo menos até o resultado do primeiro turno. Essas candidaturas não têm o intuito de vencer a disputa, mas de criar espaço para o trabalho de seus colegas de partido nas disputas de cargos nos Estados e para vagas na Câmara e no Senado. São candidatos que acabam chamando a atenção para o posicionamento e para a imagem do partido, que pode sair fortalecido das eleições. Podemos colocar nesse grupo as candidaturas de Ciro Gomes, do PDT e de Felipe D’Ávila, do Novo.

Destaco também os grupos políticos com posicionamentos ideológicos enfáticos, ou seja, aqueles que não abrem mão de suas convicções para formação de grandes coalizões políticas, capazes de vencer a disputa. Esses grupos dificilmente venceriam uma eleição presidencial. Para eles, o que importa é a presença e a capacidade de debater temas, mas a tendência é que esses pequenos grupos políticos diminuam de tamanho cada vez mais e acabem sendo engolidos pelas cláusulas de barreiras de acesso ao fundo partidário, dificultando ainda  mais sua sobrevida. Destaque para os pequenos partidos de esquerda como PSTU, PCO e PCB.

Outro caso que chama atenção é o Centrão, grupo de partidos de centro-direita que sempre se posicionam favoráveis ao governo de plantão, não importando a ideologia do chefe do Poder Executivo. Esses partidos costumam defender de forma enfática o governo da vez e não têm identificação com bandeiras ou posicionamentos políticos. De forma geral, tendem a defender seu bom desempenho eleitoral. O Centrão se aproxima dos grandes "puxadores de votos" nas eleições majoritárias para governo de Estados e Presidência da República, com objetivo de apoiar os vencedores e se beneficiar do status de ser governo. O apoio de partidos de centro pode  ser medido pela capacidade do governo do momento e, quando as dificuldades surgem, são os primeiros a desembarcar, sempre pensando no momento eleitoral futuro. Observe os grandes nomes que integram o grupo de apoio do atual presidente da República e você encontrará vários que já apoiaram e fizeram parte dos governos de FHC, Lula, Dilma e Temer. Dificilmente encontraremos esses partidos com candidatos próprios ao Palácio do Planalto. Eles se encaminham para entrar na base de apoio das candidaturas fortes ou até mesmo renunciar à disputa, focando nos cargos legislativos.

Nem sempre seu candidato tem condições ou quer ganhar as eleições. Na política, muitas vezes, o que importa são as articulações e as estratégias. A jogada ou o recuo do presente pode ser uma estratégia para o futuro.  

*Francis Ricken é advogado, mestre em Ciência Política e professor da Escola de Direito e Ciências Sociais da Universidade Positivo (UP).

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