"A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana". A frase do escritor alemão Franz Kafka (1883-1924), reforça que 'fazer o bem sem olhar a quem', é o melhor caminho para um mundo melhor e nessa mesma linha, o projeto 'Cestas Solidárias', que faz um trabalho destacável de amparo social aos mais necessitados, vem ganhando visibilidade em todo o país. Idealizado pela cantora e apresentadora Carla Perez, o projeto chegou em terras mineiras há pouco tempo ganhando um forte apoio da empreendedora mineira Gabriela Pimenta. Ela, que é CEO da DM Universitária, uma das maiores produtoras de eventos de formaturas do Brasil, está à frente da coordenação do projeto em Minas Gerais para ampliar ainda mais a rede de apoio.

Para Gabriela Pimenta, poder trazer um pouco da sua expertise para a iniciativa solidária é gratificante, já que ela sabe o tanto que esse tipo de projeto faz a diferença na vida das pessoas. "O projeto Cestas Solidárias é um trabalho de grande relevância no meio social. Idealizado pela cantora e atriz Carla Perez, faz um serviço indispensável para ajudar quem mais precisa. Eu tive a honra e o prazer de ser convidada para fazer parte do trabalho, ainda durante o período da pandemia e fui chamada para ser sua representante no estado de Minas Gerais. Porém, eu já tinha uma grande experiência com esse tipo de trabalho, já que bem antes de acontecer o convite da Carla, eu trabalhava em outras ações sociasi", revela.

Segundo a empreendedora, a ideia do trabalho é conseguir arrecadar sempre um grande número de cobertas e outros utensílios para suprir a necessidades de grupos em situação de fragilidade, principalmente neste período de frio. "O intuito do movimento Cestas Solidárias e arrecadar cobertores, alimentos não perecíveis e cestas básicas para pessoas em situação de vulnerabilidades. Nosso foco é ajudar ao máximo de pessoas possíveis, principalmente durante este momento de baixas temperaturas que estamos vivenciando. O inverno está quase aí e já estamos sentindo os efeitos pesados do frio no estado de Minas Gerais e na parte da noite, mais ainda. Como sempre digo, é sempre muito importante cuidarmos do próximo da melhor maneira o possível e o projeto está aqui para mostrar que é possível fazer mais", conclui Gabriela Pimenta.

Saiba mais: https://linktr.ee/CestasSolidarias

DM Universitária

Sediada em Belo Horizonte, a DM Universitária tem à frente a jovem empreendedora Gabriela Pimenta, com 34 anos de idade, sendo 10 deles dedicados aos negócios. A empresa, que nasceu em Minas Gerais, é hoje referência nacional no mercado de formaturas e realiza festas em todo o país.

 


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Itamir Caciatori Junior*


Os bancos estão passando por uma considerável mudança no Brasil com a entrada de novos tipos de competidores. A tão esperada digitalização, acelerada com a pandemia da covid-19, afetou também a competição no eficiente setor bancário de nosso país. Sim, porque dentre tantas consequências que a inflação nos trouxe, uma delas foi positiva: um sistema bancário tecnologicamente sólido e eficiente.

Nos últimos anos, o setor financeiro começou a sentir o impacto das FinTechs, empresas que misturam tecnologia da informação e finanças para fornecer serviços financeiros com alto grau de tecnologia para os clientes. Especificamente, estamos falando das FinTechs que prestam serviços semelhantes aos bancos estabelecidos, denominadas bancos digitais. Dentre os principais serviços oferecidos por essas empresas estão a abertura de contas, transferências via PIX e pagamentos de contas e tributos.

Uma característica peculiar e que concede vantagem aos bancos brasileiros estabelecidos é a quantidade e amplitude de produtos e serviços oferecidos. Com a oferta de itens que superam a centena, esses bancos contemplam diversas necessidades de seus clientes, que vão desde consórcios até investimentos de alta complexidade.

Porém, ser digital também significa nascer digital. A simples digitalização, ou seja, colocar uma “máscara” nos bancos tradicionais e denominá-los de digitais parece não ser uma boa ideia. Esse artifício pode ser facilmente percebido pelo correntista, o qual é rapidamente surpreendido com aviso de “compareça à sua agência” caso ocorra algum problema no seu app. Nos bancos digitais, que não possuem agências físicas, essa mensagem é impensável. Ou seja, muitas vezes, os clientes dos “bancos de tijolo” recorrem às próprias agências de tijolo para resolver problemas originados no mundo digital.

Nesse ecossistema, começam a aparecer os bancos médios, autodenominados futuros hub de negócios. Essas empresas estão abertas para parcerias com outros bancos digitais e FinTechs. Então, o futuro do setor bancário não será determinado apenas pelos movimentos dos grandes bancos estabelecidos ou pelos pequenos entrantes (mas crescentes) bancos digitais. Os bancos de médio porte podem estabelecer parcerias lucrativas com bancos digitais abrindo seus negócios a essas empresas.

Não será fácil para os bancos digitais concorrerem com instituições com décadas de existência e sobreviventes a tantos infortúnios de uma economia tão conturbada. Poucas foram as provas de fogo pelas quais os bancos digitais passaram até hoje. Dessa forma, ainda precisarão demonstrar resiliência para competir ombro a ombro com os bancos estabelecidos. Uma forma de prever o futuro da competitividade é, por um lado, analisar as aquisições e criações de bancos digitais por parte dos bancos estabelecidos e, por outro, verificar o comportamento dos bancos digitais em relação às parcerias e fusões que se estabelecem no mercado com outros players.

Na análise da concorrência nos mercados financeiros, não se pode incorrer no erro de simplificar a questão. Não se está à procura de um "vencedor" no mercado. No futuro, é provável que o mercado se divida entre os tradicionais e os digitais. Além disso, não se pode ignorar que novos participantes (por exemplo, Agentes Autônomos de Investimentos) também aumentem sua participação no mercado. Porém, não se pode contestar o poder dos bancos estabelecidos e sua resistência durante a história do nosso sistema financeiro.

*Itamir Caciatori Junior, doutor em Administração, professor de Finanças da Escola de Negócios da Universidade Positivo (UP).

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